terça-feira, 15 de março de 2011

Projeto do Arquiteto Glaucio Gonlçalves

Por Tecto Notícias

Na Vila Leopoldina, uma decoração arrojada no qual o objetivo é ser simples e sofisticada


Para o projeto deste apartamento localizado na Vila Leopoldina, São Paulo, o arquiteto Gláucio Gonçalves, do EB-A – Espaço Brasileiro de Arquitetura baseou-se na simplicidade com toques de requinte.

Decorar a casa com os móveis dos sonhos é um prazer e segundo o arquiteto o segredo é adaptar os ambientes as necessidades do cliente e transformá-los em uma área agradável e aconchegante, aumentando o espaço da residência.


O que é bonito nem sempre é funcional, avisa Glaucio. "Eu gosto muito do estilo contemporâneo. Porém, é importante encontrar um estilo que crie uma identidade com o cliente. Temos que alinhar estética, funcionalidade e uma pitada de ousadia para que possamos chegar a um resultado final em que o cliente se sinta em sua casa e que seu apartamento seja único", diz o arquiteto.

No apartamento da Vila Leopoldina, o morador optou por algo sofisticado e simples com cores neutras e com a iluminação como ponto forte do projeto, algo que não “enjoasse” com o decorrer do tempo.


Papéis de parede, marcenaria e cortinas foram os grandes diferenciais que tornaram o apartamento aconchegante. A cozinha foi trabalhada em tons de preto e branco o que permitiu uma amplitude e ao mesmo um ar sofisticado. Sobre a mesa, os dois pendentes têm uma irradiação quente, que oferece equilíbrio na hora das refeições.


Conheça mais trabalhos de Gláucio Gonçalves pelo site
www.eb-arq.com

segunda-feira, 14 de março de 2011

Revestimento é o ponto forte na hora de transformar os ambientes

Por Lugar Certo

Na hora de decorar ou reformar, escolher cores, texturas e padrões que transformem os ambientes em espaços agradáveis e modernos não é tarefa fácil. A cozinha e o lavabo, por exemplo, têm sido alvo constante de grandes designers e arquitetos que veem nesses locais dois espaços incríveis para a decoração.

Pensar em como decorar e harmonizar esses ambientes foi a tarefa do arquiteto Glaucio Gonçalves, do EB-A - Espaço Brasileiro de Arquitetura. Gonçalves trabalhou as paredes desses ambientes com materiais práticos e bonitos.

Na cozinha, as paredes foram todas revestidas em pastilha miscelânea nas cores preto, branco e cinza, harmonizando com o piso em porcelanato preto e o armário em branco e preto. Para deixar o ambiente mais agradável, o arquiteto utilizou uma iluminação fluorescente com dicróicas para foco e duas banquetas vermelhas - uma cor quente no espaço para deixá-lo mais aconchegante e sofisticado.



Já no lavabo, a parede foi revestida com um papel de parede em floral nas cores do ambiente para realçar o espaço. O lavatório, com uma cuba embutida em mármore, e o piso, do mesmo material, foram valorizadas com uma iluminação cênica.



Aliar peças de bom gosto e que combinem com o estilo do ambiente são características de Glaucio Gonçalves. Na decoração desses espaços, o arquiteto procurou sempre encontrar o ponto ideal entre simplicidade e sofisticação, modernidade e conforto. "Os revestimentos trazem um toque diferente para cada espaço, aliando novas tendências ao perfil de cada cliente", comenta o profissional.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Mérida - Espanha - Inesquecível

Neste mês de Julho fiz uma rápida e marcante visita a Mérida, um municipio da Espanha.


Mérida foi fundada em 25 A.C. pelo imperador romano Octavio Augusto, com o nome de Emerida Augusta.

Durante a ocupação romana foi uma das cidades mais importantes da Península Ibérica.

Dá-se um período de grande esplendor onde são construídos magníficos edíficios tais como: o teatro, o anfiteatro, o circo, os templos, pontes e etc.
No íncio do sec. XIII, em 1230, as tropas cristãs de Afonso IX conquitam Mérida e convertem-na na sede do Priorato de San Marcos de Léon de la Orden de Santiago.

A invasão francesa, tal como fez no restante, provocou uma lamentável destruição de grande parte do patrimônio histórico.

Dentre os magnificos edificios que resistiram parcialmente a toda destruição estão o Anfiteatro Romano e Teatro Romano.



O Anfiteatro Romano foi inaugurado no ano 8 A.C. e tinha uma capacidade de 15.000 espectadores
















Nele davam-se espetáculos de gladiadores contra as feras.





O Teatro Romano foi construído no ano 16-15 A.C tendo sofrido algumas remodulações no sec.: I e II A.C.











A capacidade do Teatro era para aproximadamente 6.000 pessoas.

É o único edífico que voltou a ter a sua mesma função original, celebrando-se desde 1933 o festival de Teatro Clássico e onde foi declarada pela UNESCO como, patrimônio da HUMANIDADE.

Hoje o teatro é utilizado para espetáculos de grande nivel. É aqui que tem lugar, todos os anos, o Festival de Teatro Clássico, entre finais de Junho e início de Julho, com representações teatrais, ballet, ópera e concertos sinfônicos.










Um lugar único e inesquecível que vale a pena conhecer.

Abraços

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Paisagismo para varandas

Olá Pessoal

A arquiteta Andrea Seabra dá algumas dicas de como podemos transformar varandas em espaços harmoniosos e aconchegantes.

Confiram abaixo.

Ótimos final de semana a todos.

Abraços

Para quem gosta de manter o verde dentro de casa, há plantas próprias para ambientes internos que podem ser cultivadas em vasos, e não necessitam de insolação direta.
Uma espécie pouco conhecida porém muito interessante é a zamioculcas.




Além da baixa manutenção (seu desenvolvimento lento não necessita de replantio e precisa de pouca rega, uma ou duas vezes na semana); ela não tolera insolação, mesmo que indireta.
Um vaso bonito de chão com um muda no canto da sala; dão charme e purificam o ambiente!

Um estudo da varanda, permite que até pequenos espaços sejam projetados com harmonia, obtendo um agradável ambiente dentro da sua casa. Além das plantas apropriadas, os jardins planejados ganham formas com o auxílio de objetos específicos que compõem o ambiente, dando charme e requinte





Para maiores informações ou dúvidas entrem em contato no telefone:(11) 2807-2487.



quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Realização de sonhos sem surpresas!

Olá Pessoal.
Gostaria de falar a respeito da importância do arquiteto desde a compra do imóvel até a sua total conclusão.
Abraços

Segue o link da matéria que saiu no portal Jornal Construção & Cia
http://www.construcaoecia.com.br/conteudo.asp?ed=51&cont=510

Realização de sonho sem surpresas

Que empreendimento escolher? - Importância da parceria do arquiteto desde a compra do imóvel até a sua total conclusão


A cada dia o mercado imobiliário lança novos empreendimentos, sem contar aqueles que já estão em construção para serem entregues. Segundo algumas estatísticas, um prédio novo é lançado a cada dia. Isso possibilita ao consumidor final uma infinidade de opções. Assim, o acompanhamento de um arquiteto com experiência no mercado imobiliário antes da negociação é uma excelente alternativa para evitar decepções e desperdícios financeiros. Para o arquiteto Gláucio Gonçalves, fundador do EB-A - Espaço Brasileiro de Arquitetura, a consultoria ajuda o cliente a realizar o sonho da aquisição de um novo imóvel com a certeza de que “no dia da entrega das chaves ele saberá exatamente o que estará recebendo e o que aquele apartamento ou casa será depois de pronto, não tendo que depois criar soluções para aquilo que já estava solucionado em sua mente”, comenta. Escolher entre uma ou outra acaba se tornando uma jornada cansativa e difícil. Portanto, o arquiteto que possui experiência sobre o mercado imobiliário junto aos lançamentos das grandes empresas estará capacitado para orientar o cliente no que diz respeito a questão de localização, preço, qualidade do empreendimento, construtora e o que oferece o condomínio. E o mais importante, segundo Gonçalves, é saber se esse apartamento ou casa atenderá as expectativas futuras de projeto, insolação e condomínio, em termos de custo benefício, pois cada cliente tem uma necessidade individual e um sonho. “E torná-lo realidade no futuro pode ser uma difícil e dolorosa tarefa, principalmente no que diz respeito a questão financeira e técnica. E fazer toda a decoração e reforma de um imóvel tem que ser algo prazeroso, desde que se saiba o que vai enfrentar pela frente, pois é a realização de um sonho”, acrescenta

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Projeto - Condomínio Terras de Atibaia

Olá Pessoal
Abaixo segue o nosso mais recente projeto.
Trata-se de um projeto para o condomínio Terras de Atibaia.
Para esse projeto os principais conceitos utilizados foram a valorização da simplicidade.

Assim para compor esse cenário foram utilizados pérgulas, pedras, paisagismo e cores marcantes, o que tornará possível viver em um ambiente eclético e acolhedor.




















O projeto ainda contemplará a utilização de placa solares, captação de águas pluviais para o uso e manutenção das área externas e jardins, sistema de coleta de lixo, uma melhor qualidade de ar interno e conforto ambiental e na fachada a utiização de bambu que une ecologia, baixo custo e beleza.


A residência possui aproximadamente 67 m2 contendo dois dormitórios, sendo uma delas suite, sala para dois ambientes integrada com cozinha, churrasqueira e um orquidário.

A previsão de ínicio das obras é para o inicio de 2010.

Abraços

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Arquitetura popular brasileira

Olá Pessoal
O programa habitacional "Minha Casa, Minha Vida" oferece uma oportunidade histórica para a implantação de projetos com viés popular com um novo padrão.
Vejam abaixo matéria que saiu na edição de aniversário da revista Casa&Mercado do mês Julho.
Nesta matéria o projeto Singular foi mencionado como projeto popular com foco na sustentabilidade.
Abaixo segue link.
Ótima semana
Abraços a todos

http://www.casaemercado.com.br/materia.php?hIdMateria=1544


Arquitetura popular brasileira
Um novo debate acerca do programa do Governo Federal “Minha Casa, Minha Vida” aborda uma questão tão importante quanto a diminuição do déficit habitacional no Brasil: a qualidade das residências que serão construídas destinadas à população de baixa renda.
Passados anos de recessão, uma herança cultural de procedimentos técnicos, ações políticas e busca por contratações pelo menor preço configuraram um perfil de implantação de empreendimentos residenciais populares que compreende grandes glebas fechadas em condomínios com edificações aglomeradas, instaladas repetidas vezes nos terrenos, sem evidenciar preocupação com a oferta de espaços livres e de uso comum – e tampouco sua inserção no contexto urbano.
O novo pacote habitacional apresenta-se como uma oportunidade para fugir desta concepção, pela sua própria escala. No âmbito federal, a previsão é de que o programa movimente R$ 34 bilhões e promova a construção de 1 milhão de moradias no país. O plano não define diretrizes e parâmetros de projeto arquitetônico e urbanístico, nem formata modelos de contratação e análise de projetos. Entretanto, por ser calcado no incentivo à iniciativa privada, pode promover um impulso nos projetos de arquitetura, visto que não há padronização entre as construções. “As categorias profissionais que atuam diretamente com projetos deverão agir no sentido de enfatizar, esclarecer e educar, sobretudo o poder público, sobre o real valor dos projetos de arquitetura e urbanismo nesta empreitada”, avalia a arquiteta Adriana Blay Levisky, do escritório Levisky Arquitetura.
Para o programa ter êxito, Adriana aposta no fortalecimento do papel do gestor público: “seria desejável aplicar um precioso método de avaliação dos escritórios com potencial de contratação, bem como dos projetos realizados, assegurando qualidade arquitetônica e urbanística às propostas apresentadas, e posteriormente garantindo qualidade de execução, minimização de manutenções futuras e sua integração com redes de infraestrutura”.
Nabil Bonduki, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP (FAU-USP), avalia que a melhoria dos projetos apenas se dará se o problema habitacional for encarado por meio de uma ação que vise o longo prazo. Com objetivos imediatos de atender à demanda por imóveis de baixo custo e de movimentar o setor da construção, a qualidade do projeto pode ficar em um segundo plano. “O que tem acontecido com muita frequência é que não se valoriza o projeto, mas as obras, os prazos e os resultados”, alerta Bonduki.
Conforme o professor, o programa se destaca por ter colocado a questão da habitação popular em um plano importante: “Os próprios estudantes darão relevância à questão, fazendo com que haja mais gente formada com a qualificação necessária para este tema”.
Desmistificação
Para o arquiteto Yuri Vital – um dos vencedores na categoria “Habitação de Interesse Social” no Prêmio IAB-SP 2008 com o projeto Box House –, este é o início de uma “democracia da arquitetura”. Vital enfatiza que este é o público que mais necessita de bons projetos. “Todos desejam desfrutar de uma moradia digna, funcional e bela. É importante desmistificar a ideia de que estes aspectos são superficiais e apenas acessíveis para as classes mais abastadas, pois é possível construir com qualidade técnica e padrões estéticos inclusive com baixo custo. Cabe ao arquiteto buscar a beleza na simplicidade e na pureza”, ressalta o profissional.
Simplicidade e pureza estão no projeto de habitação popular que Vital concebeu para a região da Brasilândia, periferia de São Paulo. Entre as soluções, para sustentar uma ambiciosa laje em balanço que confere leveza à fachada das 17 unidades, o arquiteto mesclou alvenaria estrutural à estrutura convencional.Fernando Forte, do escritório Forte, Gimenes & Marcondes Ferraz Arquitetos, responsável pelo projeto “Habitação Social” em Lins, no interior de São Paulo, vê como benéfica a concorrência que o programa criará neste nicho de mercado. “A competição vai fazer com que os construtores busquem realizar projetos diferenciados, inclusive com soluções sustentáveis”, diz Fernando. O projeto do escritório também recebeu do IAB uma menção honrosa na categoria “Habitação de Interesse Social”.
É consenso que um projeto que preveja ações e estratégias previne o desperdício de materiais e evita o retrabalho, o que viabiliza uma execução mais eficaz da obra ao minimizar tempo e custos. Segundo Yuri Vital, o segredo para uma parceria mais vantajosa com fornecedores é a frequência e o detalhamento do projeto. “Trata-se de uma relação de trocas e de confiança. Quanto mais se utilizar suprimentos de um mesmo fornecedor, mais barato fica o montante final”, acredita.
Do ponto de vista técnico do projeto, os especialistas apontam como fatores fundamentais para o aprimoramento de uma habitação popular a sua flexibilidade, bem como a garantia de condições de segurança, salubridade, higiene, dignidade, inserção urbana e social, boa iluminação, ventilação, acessibilidade, possibilidade de futuras adequações e expansões de forma tecnicamente adequada, segura e respeitosa com o entorno.
O arquiteto Ruy Ohtake afiança que tanto procura atuar em projetos de alto padrão quanto se engajar em ações que promovam a melhoria da qualidade de vida de moradores das regiões periféricas de São Paulo. O profissional, por exemplo, destaca em seu projeto de conjunto habitacional para o bairro de Heliópolis a integração das diferenciadas fachadas e volumetria à paisagem urbana: “O importante é que a tipologia se integre de forma bonita à cidade”, declara Ohtake. Essa integração se dá em termos formais e estéticos e também no oferecimento de serviços e atividades conexas – escolas e postos de trabalho, entre outros.
Guetos urbanos
“De nada adiantará se fazer cumprir a meta de implantação de 1 milhão de unidades se estas compuserem guetos urbanos”, ressalta a arquiteta Adriana Leviski. Junto ao arquiteto Eduardo Martins Ferreira, ela concebeu o projeto – também laureado pelo IAB – do Loteamento Rubens Lara, na cidade paulista de Cubatão. Este trabalho propõe a convivência e usufruto de espaços de lazer, cultura, comércio, serviços, saúde, educação e transporte público.Ao loteamento, foi destinada uma área de 197.475 m2 para a implantação de um conjunto habitacional. A elaboração do projeto foi norteada pelas questões urbanas, sociais e ambientais do local. A ideia é construir aproximadamente 1.850 unidades habitacionais, garantindo a integração de diversos pequenos condomínios ao contexto urbano já existente e consolidado nas imediações. O sistema viário proposto partiu da interligação de eixos viários existentes, dispondo de hierarquia de vias para transporte público, automóvel, bicicletas e pedestres.
Os condomínios projetados para Cubatão tiveram como premissa um número máximo de unidades, nunca superior a duzentas, visando a facilidade administrativa dos condôminos após sua ocupação. Foram propostas quatro tipologias que, com pequenas variações e tratamento diversificado de fachadas, pretendem oferecer ao transeunte riqueza visual e identidade a cada quadra do loteamento. O intuito é configurar o projeto como um novo bairro e não como um único conjunto habitacional apartado de sua vizinhança. Buscou-se a implantação de quadras institucionais, áreas verdes e de lazer e quadras comerciais, transformando a intervenção em tecido integrado à malha urbana existente, oferecendo atividades e usos mistos junto às áreas residenciais.
O desenho universal foi aplicado às unidades residenciais e também às áreas comuns e públicas. “Um projeto configurado desta forma representa oportunidades reais de qualificação dos espaços privativos e públicos”, diz Adriana.
O projeto de Fernando Forte para Lins segue o mesmo princípio de tipologias diferenciadas. Lá, as casas geminadas têm entre 50 e 80 m2, possuem recuo lateral e uma varanda. Na fachada, o jardim linear cria um espaço semipúblico e um painel a ser personalizado foi colocado em cada residência à disposição dos moradores. As salas se voltam para os fundos, para que a parte externa seja uma extensão da sala. O posicionamento das portas e janelas permite uma ventilação cruzada.
Sustentáveis
A questão ambiental foi fundamental para que Gláucio Gonçalves e Marcos Eduardo da Silva, do EB-A (Espaço Brasileiro de Arquitetura), criassem o Singular, um projeto piloto que prevê a construção de imóveis populares com foco na sustentabilidade. O objetivo dos idealizadores é aliar o aspecto socioambiental a um projeto economicamente viável, tanto para os futuros construtores como para os moradores. “A ideia é buscar mais a questão humana. Fazer um lugar do qual a pessoa tenha orgulho, tenha vontade de voltar para casa após um dia de trabalho, onde ela possa criar os seus filhos”, ressalta Gláucio Gonçalves.
O arquiteto avalia que a questão ambiental não costuma ser privilegiada pelos programas, mas representa um grande desafio – e uma responsabilidade – para quem atua em um país repleto de recursos naturais como o Brasil. Basta pensar no impacto que a construção de 1 milhão de casas terá sobre o meio ambiente.
Dentro do Singular, para uma área de 50 mil m2 seriam projetados 600 apartamentos. As construções possuem teto verde, o que melhora a qualidade do ar e contribui para a redução do efeito de ilha de calor. Há ainda a utilização de energia solar para o aquecimento dos chuveiros, sistema de reutilização de águas pluviais na manutenção e limpeza dos edifícios, coleta seletiva de lixo, preservação de espécies nativas, acessibilidade, conforto ambiental, além de modulação e racionalização de alvenarias.
Para os profissionais de arquitetura, o programa “Minha Casa, Minha Vida” constitui, acima de tudo, uma chance de atuação para à construção de uma sociedade melhor. “Vejo o arquiteto como planejador do conforto, da segurança e da beleza, sendo esta a nossa forma de atuar pela população. Quanto mais democratizada for a arquitetura, mais visível será a nossa contribuição para a sociedade”, afiança Yuri Vital.